Confrontada com a inevitabilidade de ter que ficar em Londres mais tempo do que o necessário para a reunião que aí me levou, incluindo até passar a noite (coisa que cada vez mais me custa pela ausência de casa), decidi, num acesso (pouco comum) de sanidade e egoísmo, que não iria passar essas horas enfiada num quarto de hotel a trabalhar, mas sim aproveitar para descontrair, passear, rever a cidade e, se possível, conhecer algo mais.
E foi assim que fiz de 6ª à tarde o início do meu fim-de-semana, só interrompido por alguns telefonemas, sentindo-me liberta e tranquila, de novo revisitando Londres e passando muito bons momentos entre um museu, um musical e passeios a pé para saborear o sol quentinho do final do Verão.
É claro que vai ser um fim-de-semana tão curto quanto o anterior, com domingo já dedicado ao trabalho, mas não importa. Este fim-de-semana é especial pois tem o sabor das decisões libertadoras de nós e das nossas próprias "armadilhas internas" (a minha é a compulsão de fazer) e o prazer das pequenas e singelas conquistas pessoais que me deixam muito orgulhosa (de mim, vejam lá o narcisismo!) ;-).
Como me dizia uma amiga quando soube destes planos: "Gosto de saber que estás a ´crescer´. Ainda há esperança."... Pois há sim senhora!
2 comentários:
Muito bom, afinal a esperança é a última a esmorecer. Gostei!
Com razão mais do que justificada para estares orgulhosa.
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