É preciso estar pronto mal os sinos repicam porque a proximidade da igreja paroquial resulta numa visita bem cedo, pouco depois da saída das cruzes do largo da igreja.
Gosto deste ritual.
Gosto do dia que começa cedo e depois se desenrola lentamente e dos sons que se vão ouvindo todo o dia, misturando sinos, foguetes e as vozes das gentes.
Gosto do encontro certo com as vizinhas neste dia porque também esperam, à porta, a chegada do compasso.
Gosto do (grande) pequeno-almoço do dia de Páscoa, com o
sabor do folar da infância vivida em Trás-os-Montes.
Gosto :-)
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