
Há já alguns dias que, ao final da tarde, vou até ao Parque da Cidade dar um passeio e fazer exercício. E todos os dias - mas todos, mesmo! - descubro pormenores novos e deslumbrantes deste lugar aqui tão perto. Uma espécie de ave diferente, um pormenor de um lago, mais uma árvore que não conhecia e que floriu, um tom especial de verde, os nenúfares de um pequeno lago que, finalmente, abriram as flores... São incontáveis as surpresas e a diversidade de cheiros e cores. E, todos os dias, ao caminhar penso que devia ter trazido a máquina fotográfica para captar toda essa beleza. Hoje dei-me conta que, talvez isso seja impossível e por isso, o melhor é não ver o mundo através de uma objectiva mas sim com os próprios olhos e voltar todos os dias para me deslumbrar, saborear e dar graças a Deus por este lugar.
PS: a foto é antiga, de quando eu ainda tentava captar o Parque com a minha máquina...
2 comentários:
É o que se chama ver com olhos de ver. É treinar o olhar para vermos realmente as coisas, deixando-nos surpreender e encantar.
Gostei muito da frase de hoje. Quando nos paramos a olhar para ontem ou para amanhã, não desfrutamos o agora, que é aquilo que de facto temos.
Um grande beijinho
agora, mesmo que quisesses, nao podias levar a tua maquina :D
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